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Economia


Lucro do BNDES cresce 78% e atinge R$ 9 bilhões no 1º trimestre

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 9,8 bilhões no primeiro trimestre, alta de 78% ante igual período de 2020, informou ontem a instituição de fomento. Segundo o BNDES, o resultado do primeiro trimestre do ano foi impulsionado pela venda de ações e pela intermediação financeira. Os desembolsos para empréstimos já aprovados somaram R$ 11,3 bilhões nos três primeiros meses do ano, alta de 35% ante igual período de 2020. Já as vendas de ações de grandes companhias somaram R$ 12,6 bilhões, com destaques para os desinvestimentos das participações na mineradora Vale e na fabricante de papel e celulose Klabin. Com isso, a carteira de participações societárias encerrou o primeiro trimestre avaliada em R$ 61,5 bilhões, 21,1% abaixo do valor do fechamento do quarto trimestre de 2020. Além das vendas, a queda foi impactada pela "desvalorização dos investimentos em não coligadas, com destaque para Petrobras e Eletrobras", informa nota divulgada pelo BNDES. O presidente do banco, Gustavo Montezano, destacou a saída total do capital da Vale, incluindo as debêntures participativas da companhia. O executivo ressaltou que o banco continuou com a estratégica de se retirar "de posições financeiras meramente especulativas". "Continuamos com o reposicionamento da nossa carteira de ações", afirmou Montezano, que classificou os resultados do primeiro trimestre de "robustos" e afirmou que são uma continuidade dos resultados anuais de 2020. O produto de intermediação financeira atingiu R$ 4,4 bilhões, aumento de 7,8% em comparação ao primeiro trimestre de 2020, segundo o banco de fomento. "A receita com operações de crédito e repasses aumentou 10,8% em relação ao primeiro trimestre de 2020, chegando a R$ 9,2 bilhões", diz a nota. A inadimplência acima de 90 dias subiu de 0,01% da carteira, em 31 de dezembro de 2020, para 0,04% em 31 de março de 2021, "ficando bem aquém da inadimplência do Sistema Financeiro Nacional (2,19% em 31 de março de 2021)", conforme a nota do BNDES. Após adotar uma suspensão das cobranças de dívidas, como medida para mitigar a crise causada pela covid-19, o índice de renegociação atingiu 51,85% da carteira bruta em 31 de março de 2021. A medida de suspensão temporária das cobranças alcançou 44,5% da carteira bruta. O lucro do primeiro trimestre foi beneficiado ainda pela reversão de R$ 432 milhões de provisão para risco de crédito. "A reversão decorre de recuperação de créditos, principalmente por honra do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), além da melhora da classificação de risco de algumas empresas", diz a nota do BNDES. No primeiro trimestre de 2020, o BNDES registrou provisão de R$ 1,7 bilhão, influenciada pela revisão dos ratings dos setores mais afetados pela pandemia da covid-19. Com isso, o BNDES fechou o primeiro trimestre com ativo total de R$ 737,2 bilhões em 31 de março de 2021, diminuição de R$ 41,1 bilhões (5,3%) no trimestre. "A redução se deu, principalmente, devido ao pagamento antecipado de R$ 38 bilhões ao Tesouro Nacional e à desvalorização da carteira de participações societárias em função de oscilações dos papéis no mercado financeiro", diz a nota. Após a devolução antecipada de R$ 38 bilhões, a dívida do BNDES com a União ficou em R$ 153,9 bilhões no encerramento do primeiro trimestre, uma queda de 21,2% em relação à posição em 31 de dezembro de 2020. Além do pagamento antecipado, houve pagamentos ordinários de R$ 3,4 bilhões. A posição de Tesouraria do BNDES ficou em R$ 139,4 bilhões, disse a diretora financeira, Bianca Nasser. O BNDES repassou um total de R$ 54 bilhões ao Tesouro Nacional no primeiro trimestre. O total inclui R$ 38 bilhões com o pagamento antecipado de dívidas, R$ 4,3 bilhões em pagamento ordinários da dívida com a União, R$ 4,9 bilhões em distribuição do lucro de 2020 e R$ 6,8 bilhões em tributos. Nasser lembrou que o BNDES firmou com o Tribunal de Contas da União (TCU) um cronograma para a devolução total das dívidas com o Tesouro Nacional contraídos entre 2009 e 2014. Após a devolução de R$ 38 bilhões, faltam devolver R$ 116,2 bilhões referentes a essas dívidas. Segundo a diretora do BNDES, ao firmar o cronograma com o TCU, o banco de fomento se comprometeu a fazer seus "melhores esforços na busca de efetuar" o pagamento antecipado de R$ 62 bilhões a mais ainda em 2021. Mais R$ 54,2 bilhões serão devolvidos antecipadamente em 2022, como já havia anunciado o BNDES no fim de março.


Segunda onda de covid-19 faz atividade econômica recuar

Após dez meses de recuperação, a atividade econômica voltou a recuar no Brasil, em meio à segunda onda da pandemia do novo coronavírus. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado ontem indicou retração de 1,59% em março, na comparação com fevereiro. O porcentual já leva em conta os ajustes sazonais, o que permite a comparação entre os meses. Esta foi a primeira queda da atividade desde abril do ano passado, no início da primeira onda da pandemia. Naquele mês, o IBC-Br havia despencado 9,82%, influenciado pelos lockdowns em várias cidades do País e pelo fechamento de milhares de empresas. Desde então, a atividade econômica vinha reagindo no Brasil, tendo acumulado alta de 18,76% de abril do ano passado a fevereiro de 2021. A guinada verificada em março deste ano, como indicou o IBC-Br, é influenciada pela segunda onda de covid-19, que voltou a provocar lockdowns em diversas cidades do País. O fechamento do comércio em diferentes períodos foi uma reação de prefeitos e governadores à reaceleração do contágio e das mortes por covid-19. Ao mesmo tempo, o Brasil segue apresentando números limitados de vacinação. Medido em pontos, o IBC-Br passou de 142,43 pontos em fevereiro para 140,16 pontos em março de 2021, na série com ajustes sazonais. A baixa de 1,59%, no entanto, já era esperada pela maior parte do mercado financeiro. Analistas consultados pela reportagem projetavam o IBC-Br em março entre um recuo de 4,50% e um avanço de 0,30%. A mediana das projeções indicava queda de 3,30% - um porcentual até maior que o verificado. Nos últimos meses, membros da equipe econômica do governo de Jair Bolsonaro já vinham afirmando que, em função da segunda onda, o Brasil apresentaria novamente uma retração da atividade no primeiro semestre do ano. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, tem defendido que a economia tende a reagir no segundo semestre deste ano, à medida que a vacinação avançar. Os números da imunização, no entanto, ainda são contidos. Faltando menos de dois meses para o fim do primeiro semestre, dados do consórcio de imprensa mostram que apenas 8,8% da população receberam as duas doses da vacina contra covid-19. Os brasileiros que receberam pelo menos a primeira dose são 17,5% do total. Conhecido como uma espécie de "prévia do BC para o PIB", o IBC-Br serve mais precisamente como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. A projeção atual do BC para o PIB em 2021 é de alta de 3,6%, após a retração de 4,1% em 2020. Os economistas do mercado financeiro, no entanto, já demonstram certo pessimismo. No Relatório de Mercado Focus, que traz a compilação das expectativas do mercado financeiro, a projeção para o PIB em 2021 é de alta de 3,21% - menos que o esperado pelo BC. Além disso, já existe pelo menos uma instituição que projeta crescimento bem menor para este ano, de apenas 0,44%. Por enquanto, em função do desempenho visto em janeiro e fevereiro - quando a segunda onda da pandemia ainda não havia provocado tantos efeitos negativos sobre a economia - o IBC-Br acumulou alta de 2,27% no primeiro trimestre de 2021, na série sem os ajustes sazonais. Nos 12 meses até março, porém, o indicador apresenta retração de 3,37%.


Telefónica amplia lucro e supera expectativas de receita

A Telefónica divulgou ontem que teve lucro líquido de 886 milhões de euros no primeiro trimestre de 2021, 118% maior do que o ganho de 406 milhões de euros apurado em igual período do ano passado. Já a receita da companhia de telecomunicações espanhola teve queda anual de 9% entre janeiro e março, a 10,34 bilhões de euros, diante do impacto da pandemia de covid-19, mas superou a projeção do mercado em 0,5%, segundo nota do Citi. O lucro operacional antes de depreciação e amortização (Oibda) da Telefónica diminuiu também 9% na mesma comparação, a 3,42 bilhões de euros, mas ficou 3,3% acima do consenso, aponta o Citi. A empresa disse que o desempenho trimestral veio dentro das expectativas de sua diretoria e que espera atingir suas previsões para 2021. A Telefônica prevê que tanto receita quanto Oibda irão se estabilizar este ano. A digitalização da sociedade continua impulsionando a demanda por internet de ultra velocidade e serviços ligados à tecnologia. Antecipando tendências, a Vivo segue acelerando as iniciativas e estratégias de negócios que, além de priorizar a transformação digital do País com as melhores opções de conectividade, direciona esforços também para trazer e criar soluções que facilitem o dia a dia de seus clientes em diferentes setores, como financeiro, saúde, educação e entretenimento, se fortalecendo como um importante Hub Digital. As inovações estão acompanhadas de forte investimento em infraestrutura. No primeiro trimestre do ano, a empresa cresceu ainda mais em fibra e atingiu novo recorde, com a adição de 368 mil clientes e mais de R$ 1 bilhão em receita na tecnologia FTTH - que leva fibra para dentro da casa do cliente, com 61% de alta na comparação anual. O negócio core, como fibra e serviços móveis e digitais – que já representam 88% de toda a receita –, registrou ganhos de R$ 9,5 bilhões, com crescimento de 4,7% quando comparado com o mesmo trimestre do ano anterior. Na receita total líquida, a alta foi de 0,2%, alcançando R$ 10,9 bilhões nos três primeiros meses do ano. No período, a Vivo investiu mais R$ 1,9 bilhão, aporte 18% maior quando comparado a igual período do ano passado. O foco foi direcionado na ampliação da cobertura móvel e na expansão da rede de fibra, atualmente em 276 municípios com 16,3 milhões de domicílios cobertos. Através de forte ambição de crescimento orgânico, parcerias e, com a criação da FiBrasil, joint venture entre Vivo, Telefónica Infra e grupo canadense CDPQ, a companhia chegará a 24 milhões de lares e empresas até o final de 2024, além da expansão da Terra Fibra – projeto de franquia de banda larga da companhia. “Nossa estratégia está centrada na digitalização das cidades brasileiras, essencial para popularizar o acesso a uma internet de qualidade e fomentar a economia local, com geração de empregos e novas oportunidades de negócios a partir de uma conexão segura, veloz e estável. Neste momento que estamos vivendo, vamos continuar avançando com ainda mais fibra por todo o País e soluções digitais que apoiem o dia a dia dos nossos clientes e empresas”, explica o presidente da Vivo, Christian Gebara. O crescimento da receita de FTTH foi fundamental para a alta das receitas de todas as tecnologias em fibra (FTTx), que no trimestre evoluíram 20,3%. O IPTV também está cada vez mais associado à conectividade de fibra e contribui para reforçar a proposta de valor da empresa. No trimestre, a receita do segmento avançou 26% na comparação anual. O volume de acessos em FTTx cresce igualmente. Nos três primeiros meses do ano, a Vivo registrou alta de 6%, atingindo mais de 6 milhões de acessos – deste total, mais de 3,7 milhões de clientes com FTTH. Esse desempenho é atribuído à estratégia da empresa em oferecer conexão veloz e de qualidade, impulsionando não somente a expansão da base de clientes de FTTH, que cresceu 41,2%, mas também a de IPTV, com alta de 21,3%, em relação ao mesmo trimestre de 2020. No segmento móvel e digital, a Vivo manteve a trajetória de alta e apresentou bons resultados em receitas e acessos. A receita líquida móvel evoluiu 1,1%, consequência do bom desempenho do serviço móvel - com destaque para o pré-pago, que aumentou sua receita em 4% - e com a receita de aparelhos, que subiu 10,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Lançamentos de celulares Apple e Samsung, com novas funcionalidades, contribuíram para o incremento dessa linha. Além disso, o desempenho positivo retrata a agilidade e capacidade de reinvenção da área comercial que, mesmo com o fechamento parcial das lojas físicas ocasionado pela pandemia do Covid-19, foi capaz de oferecer modelos alternativos de atendimento, como o Vivo em Casa, o drive-thru, além de melhorias contínuas de interatividade e navegabilidade da loja virtual. A receita do pós-pago seguiu praticamente estável em comparação ao trimestre do ano anterior, mas com boa migração de clientes pré-pago, contabilizando no trimestre mais de 1,1 milhão de novos acessos - o maior nível desde o final de 2017. A Vivo encerrou o trimestre com 46 milhões de acessos pós-pagos, um crescimento de 5,2%, representando 58,5% da base móvel. O total de acessos móveis atingiu mais de 79,6 milhões de clientes ao final de março, representando um aumento de 6,6% no comparativo anual, com market share de 33,1%, mantendo a liderança incontestável do setor. Os serviços digitais também contribuíram para a maior atratividade do portfólio de planos, resultando em um ARPU com boas perspectivas no médio prazo. Os custos operacionais, excluindo gastos com depreciação e amortização, foram de R$6,4 bilhões no trimestre, permanecendo estáveis no comparativo anual, mesmo em um período de aceleração da inflação (IPCA-12M) que registrou alta de 6,1%. O EBITDA recorrente, resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações, foi de R$ 4,4 bilhões, um aumento de 0,5% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, com margem EBITDA de 41,1%. O lucro líquido alcançou R$ 942 milhões, uma redução de 18,3% na comparação anual, refletindo o menor EBITDA e o aumento da depreciação e da despesa financeira. O fluxo de caixa foi de R$ 2,2 bilhões no trimestre, alta de 3,8% quando comparado ao mesmo período do ano passado. “Nossa receita voltou a crescer no trimestre, impulsionada pela excelente performance dos negócios core, que vêm registrando aceleração no crescimento. Além disso, mantivemos foco constante no controle de custos e eficiência dos investimentos apoiado pelas iniciativas de digitalização e automação de processos”, explica o CFO da Vivo, David Melcon. Com base no pilar estratégico #TemTudonaVivo, a Vivo segue avançando no desenvolvimento de um ecossistema sólido com parceiros relevantes para se fortalecer, cada vez mais, como um hub de serviços digitais. A estratégia é facilitar o acesso da população a serviços em diferentes áreas, como entretenimento, esportes, segurança digital, finanças, e saúde e bem-estar. Neste sentido, a empresa anunciou ontem a criação da Vida V, um marketplace de saúde e bem-estar, que oferecerá, entre outras soluções, serviços de telemedicina a consumidores finais e pequenas e médias empresas no Brasil. A primeira parceria nasce com a Teladoc Health, uma das maiores empresas de telemedicina do mundo, com presença em 175 países e cobrindo mais de 70 milhões de pessoas ao redor do globo, através de um acordo vinculante. O novo serviço tem previsão de lançamento no próximo mês e oferecerá aos brasileiros atendimentos na área de saúde mais acessíveis, humanizados, rápidos e com a qualidade do corpo clínico de médicos da Teladoc Health. A Vida V poderá ser contratada por qualquer consumidor – inclusive por aqueles que ainda não são clientes da Vivo. A novidade será disponibilizada por meio de um app e incluirá consultas médicas, programas de bem-estar e saúde, desconto em farmácias e outros benefícios. Outras funções, serviços e parceiros serão adicionados à plataforma ao longo dos próximos meses. O anúncio consolida, ainda mais, a presença da Vivo na área de saúde e bem-estar, contribuindo para promover a democratização do acesso a serviços de qualidade. “A telemedicina tem o potencial de ampliar o acesso ao médico e a todo o sistema de saúde no Brasil”, explica Gebara. “Somos o parceiro ideal para muitas empresas nacionais e internacionais que buscam uma marca forte e reconhecida no varejo, com mais de 1,6 mil lojas e uma sólida rede de canais digitais, e com a intenção de oferecer aos clientes mais benefícios e acesso rápido e seguro para contratar e pagar pelos serviços, já que podem usar a própria conta de celular como meio de pagamento”, completa. O setor financeiro também segue ganhando destaque no hub digital da Vivo. Com o Vivo Money, serviço de crédito pessoal, clientes controle e planos pós-pagos podem contratar de R$ 1 mil a R$ 30 mil de forma 100% digital. O Vivo Money oferece taxas de juros competitivas, a partir de 1,49% ao mês, conforme análise de perfil de crédito do cliente, e o prazo de pagamento varia de seis a 24 meses. Outras iniciativas que estão nos planos futuros da Vivo é também disponibilizar o crédito para clientes pré-pagos, assim como tornar o Vivo Money uma opção para financiamento de smartphones e outros dispositivos. A empresa destaca também a parceria com o banco Itaú Unibanco com o novo cartão de crédito Vivo Itaucard, que traz benefícios como cashback de até 10% para compras realizadas no marketplace da Vivo e de 0,5% para compras em outros estabelecimentos, além de parcelamento em até 21x sem juros para a compra de aparelhos e acessórios em lojas próprias e no site da Vivo. Os clientes ganham cashback ao comprar smartphones e acessórios, pagar faturas de planos pós e controle, internet, TV, recargas de créditos pré-pago, seguros de celular e ao fazer compras na plataforma marketplace. E, mais recentemente, com foco em contribuir para inclusão financeira da população, a companhia trouxe ao mercado o Vivo Pay: a conta digital e gratuita da Vivo, disponível para qualquer pessoa. Além das transações corriqueiras do mercado financeiro, como o pagamento de contas e boletos e o recebimento e envio de dinheiro para outros bancos, o usuário terá acesso a um cartão pré-pago virtual, sem anuidade, para uso em lojas on-line, compra de crédito para apps como iFood e Spotify e bônus de internet ao efetuar recargas de celular. Por fim, ao utilizar o Vivo Pay, os usuários podem ganhar até 20GB de "Gigaback" - recompensa em pacotes de dados da Vivo. E para aumentar a fidelização e a rentabilização da base de clientes, a Vivo ampliou a parceria com a plataforma digital Dotz. Com o novo acordo, estendido por cinco anos, os serviços e produtos Vivo serão comercializados no marketplace da Dotz, garantindo mais chances de acumular pontos. Além disso, a Vivo passa a ter a opção de adquirir participação acionária minoritária no negócio da Dotz, a depender do atingimento de metas acordadas. Outra parceria ampliada foi com a CDF – plataforma de soluções de assistência residencial e tecnológica - em linha com a estratégia da empresa de ser referência na oferta de serviços de suporte tecnológico para a casa conectada. Nesse modelo, a Vivo também passará a ter a opção de adquirir participação acionária minoritária no capital social da CDF. Essas e outras futuras parcerias reúnem um conjunto único de atributos para capturar oportunidades de aumento de receita e criar valor no espaço digital. O modelo de negócio da Vivo busca contribuir para o crescimento do Brasil, oferecendo uma conexão de qualidade, serviços que aproximem as pessoas e facilitem suas vidas. Seu propósito de ‘Digitalizar para Aproximar’ busca ir além do resultado financeiro, e seus programas e projetos são pensados para promover, além da eficiência, a preservação ambiental e o bem-estar da sociedade. Na dimensão Ambiental, a Telefônica Brasil deseja impulsionar suas iniciativas relacionadas a mudanças climáticas, reforçando sua atuação voltada às melhores práticas Ambientais, Sociais e de Governança (ESG). Assim, ampliou o peso de meta de redução de emissões de CO2 no bônus de todos os seus executivos, de 1% para 5%. Desde 2019, 20% da remuneração variável dos executivos da companhia é relacionada com aspectos ESG, como limitação das emissões de gases de efeito estufa (GEE), experiência do cliente e diversidade, de forma a garantir que a sustentabilidade esteja cada vez mais integrada à estratégia de negócios. As iniciativas em prol de uma matriz energética mais renovável são um dos pilares da atuação da companhia no combate a mudanças climáticas, por isso, está comprometida em gerar eficiência no consumo de energia e priorizar as fontes renováveis que trazem benefícios ambientais e econômicos. Nesse contexto, a Vivo inaugurou sua primeira usina de energia solar instalada na região Norte do país, na cidade de Marabá, estado do Pará. A usina tem capacidade de geração de 2.190 MWh/ano, que serão destinados ao atendimento de 632 unidades consumidoras, como lojas, torres e equipamentos de transmissão. A usina foi instalada em parceria com a Athon Energia, gerando 110 empregos diretos e 60 indiretos na etapa de construção e, na fase de operação, deve gerar mais 20 empregos diretos. A usina de Marabá soma-se a outras 15 já em operação no País, contribuindo para a meta de colocar 70 usinas de fontes solar, hídrica e biogás em operação até dezembro de 2021. Na dimensão Social, a Vivo é a primeira empresa brasileira do setor certificada pela ISO 26000, atestando a atuação e gestão da companhia sobre os temas de Responsabilidade Social Corporativa, como direitos humanos, diversidade, impacto social, entre outros. A Vivo segue diretrizes que atendem as melhores práticas de mercado, incluindo iniciativas a colaboradores, fornecedores e sociedade em geral, reforçando o compromisso em contribuir com todas as partes interessadas de forma estruturada, consistente e perene. Além disso, como forma a continuar apoiando o combate aos impactos da pandemia, a Fundação Telefônica Vivo, em parceria com a organização Gerando Falcões, criou a campanha ‘Unidas no combate à fome’ que captou recursos financeiros direcionados à compra de 15.000 cestas básicas para famílias em situação extrema vulnerabilidade social. A cada cesta doada por colaborador da Vivo, a Fundação Telefônica Vivo contribuiu com mais 2 unidades, cabendo à Gerando Falcões a distribuição às famílias necessitadas, por meio de cartões alimentação. Dessa forma, evita-se aglomerações e dificuldades logísticas para entrega física das cestas, além de incentivar o consumo nos comércios locais. Na dimensão de Governança, a Vivo mantém a liderança em reputação no setor, como resultado das ações estruturantes implementadas para potencializar a presença de seus valores e princípios em toda a sua operação e cadeia de valor, além do compromisso de manter e melhorar seus negócios durante a pandemia da Covid-19, sem deixar de lado a responsabilidade corporativa e social. Na 7ª edição do estudo de campo Monitor Empresarial de Reputação Corporativa (Merco) a empresa continuou com a melhor posição do setor no ranking nacional, subindo 13 posições em comparação a 2019, saltando da 46ª para 33ª colocação.




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